Leio hoje, Domingo dia 2 de Março, uma crónica do escritor Benard da Costa sobre o quão merdosos (resumo meu) são os Óscares desde os anos 70. Pois bem! Mãos para o ar quem se lembra de um único livro de Benard da Costa. E agora, quem se lembra de um filme que tenha vencido os Óscares desde 1970.
Inveja é uma coisa feia.. lá porque você não vende e já ninguém quer saber de sí, não precisa impingir as suas ideias jurássicas ao resto da humanidade.
O pior realmente foi em dois parágrafos seguidos: num deles, glorifica os 11 óscares de “Ben-Hur”, nomeando Charlton Heston duas vezes no texto – sim, esse neo-nazi americano que defende que todos devem ter armas consigo, qual faroeste vivo – desprezando os 11 óscares de “The Lord Of The Rings: The Return Of The King” – um filme largamente superior a “Ben-Hur”. Logo a seguir, defende as suas ideias mostrando que lê os “Cahiers du Cinéma”. Pois aí está porque neste país os críticos são uma boa merda, tal como o Sr. Benard da Costa é uma boa merda: são pomposos fanfarrões, intelectuais de esquerda com manias que são melhores que os outros, e que acham que Arte só é Arte quando não pode ser facilmente digerida.
O que nos vale é que o Sr. Benard da Costa já está na recta final da sua demasiada longa vida, e em breve, Deus queira, já não temos que arriscar abrir o Público de Domingo e dar de caras com tantas palavras vomitadas a pús e catarro.





