
9º C em “Grande” – Parte 3
Março 25, 2008E eis que um “psicólogo” se salva da azelhice da sua classe profissional, como se pode ler aqui no blog A Educação do Meu Umbigo, por seu lado uma selecção do que se escreveu numa página do Portugal Diário.
Um pequeno excerto: “Também têm mudado, pela negativa, o grau de intensidade da indisciplina e as consequências destas. Seria impensável para mim não obedecer a uma ordem de um professor. Se o fizesse, seria sujeito a «julgamento» pelos meus pais. Se eu fosse a aluna deste caso, nunca mais punha a vista em cima ao meu telemóvel… na melhor das hipóteses.Para além disso, é preciso não esquecer os efeitos que estas situações têm nos professores. A profissão é de si difícil. Ter de ensinar a turmas com dezenas de alunos, em plena explosão das hormonas é difícil. Com telemóveis ainda mais. Com alunos de origens muito diferentes, pior ainda. A massificação do ensino foi uma coisa boa, à priori. Mas também trouxe problemas novos“
Palavras de Victor Silva que quase, quase, quase, me fazem pensar bem dos “psicólogos”. Quase.


