Arquivos para Abril 2nd, 2008

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Que se lixe o Maomé

Abril 2, 2008

Se há uma coisa que eu sou, e sem nenhum problema aliás, é anti-fundamentalismo islâmico, e já o era nos anos 90, não foram precisas Torres Gémeas ou Atentados em Londres e Madrid para me deixarem assim.

Neste sentido, e indo contra a mania Ocidental do politicamente correcto, um corajoso político holandês publicou um video online que é de imprescindível visionamento. Claro que, como de costume, tudo o que é Islão expressou imediatamente a sua raiva, aproveitando-se desta mania que nós temos de sermos contidos e engolirmos o sapo contra a barbárie que é esse “povo”.

O vídeo de Geert Wilders (Wikipédia) , intitulado Fitna, está AQUI.

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Across The Universe – Blu-ray

Abril 2, 2008

O filme Across The Universe (imdb) teve uma aceitação contida quando foi lançado nos cinemas, mas parece-me que ganhou um seguimento de culto com algumas faixas etárias (pós-20) e fãs de Beatles. A realizadora Julie Taymor, responsável pelo explosivo e megalómano Titus, seleccionou dezenas de músicas do legendário grupo pop-rock e rearranjou-as numa narrativa de amor / rock / guerra, num passado misturado com o presente, com alusões claras à actual guerra no Iraque e toda a contestação à sua volta.

O filme em sí é muito capaz, solidamente construído, brilhantemente encenado e fotografado, e as escolhas musicais surpreendemente adequadas e eficazes no resultado final (Taymor chegou mesmo a dizer que ainda tinha o suficiente para um segundo filme, dado o extenso curriculum da banda inglesa).

Quanto às performances, Evan Rachel Wood (Thirteen / Treze) mostra-se bem empregue num musical e num romance desta natureza, mas o actor principal, Jim Sturgess, não provoca nenhuma empatia com o espectador, geralmente passeando-se pelo filme completamente insonso. Nos papéis secundários, palmas para Dana Fuchs, inspirada em Janis Joplin, e Martin Luther, invocando Jimmy Hendrix, ambos eclipsando os actores principais em todas as cenas em que participam.

A edição Blu-ray do filme (Amazon) traz legendas em “português”, mas mais uma vez no caso da Sony, utiliza-se o português do Brasil, o que acaba por desviar demasiado a atenção do que se passa com as personagens no écran; o mesmo acontece recentemente (e inexplicavelmente) com a edição portuguesa do Super-Baldas. A imagem de Across The Universe faz juz à expressão Alta-Definição, sendo espectacular em todos os frames. O som, embora suficiente, não utiliza convenientemente a instalação 5.1, especialmente o sub-woofer, a maior parte do filme esquecido pela produção. De resto, a ver, pelo menos!

Eis o meu segmento preferido do filme (graças a Deus pelo YouTube)