1. Naide Gomes (Portugal) - melhor atleta mundial no salto em comprimento feminino – pior prestação de uma atleta em competição na prova. Onde estava Naide nos Jogos? Não se sabe.
2. Philips Idowu (Reino Unido) - ficou em segundo no triplo salto e atacou o português, que também é campeão mundial, diga-se, com desafios para “vingança”, em pleno rescaldo da prova. De carapinha vermelha, piercings enormes por todo o rosto e na língua, exibindo-se na pista e apelidando-se (seriamente) de o Super-Homem, foi no entanto um dos maiores palhaços da competição.
3. Tyson Gay (E.U.A.) - contra todas as expectativas, o sprinter norte-americano falhou redondamente nas suas provas. A estocada final foi na transmissão da estafeta nos 4 x 100 metros, que ditou o afastamento dos E.U.A. da final da prova, e portanto, de uma medalha quase garantida.
4. Ángel Matos (Cuba) – que pontapeou o árbitro da sua prova de Taekwondo depois de este o desqualificar por ficar mais de um minuto a receber assistência. Não teve razão, pois o árbitro apenas cumpriu as regras, mas perdeu-a toda quando recorreu à violência para marcar a sua posição.
5. A grande parte da comitiva portuguesa – como verdadeiros portugueses, foram para a China passear. Desculpe lá Sr Vice Presidente do COI Português, desculpe lá Sr. Vicente Moura (então.. fica? Não fica?), mas o que se pede de um atleta que vai aos Jogos, por sí só provavelmente a maior motivação que existe no desporto para bons resultados, era superarem-se, ou pelo menos igualarem-se, a sí próprios. A grande generalidade dos portugueses no atletismo – salvo Vanessa e Nelson – estiveram mesmo muito, muito, muito mal, e com o comportamento mimado de quem pensava que era herói, quando na realidade deixou-se ficar pela mediocridade.




